O PROXIMO PASSO PARA A NOVA ORDEM MUNDIAL

Pleno final de 2025, uma notícia divulgada no Jornal The Wall Street Journal, em meio a um trabalho de investigação espetacular, revela uma informação assustadora. No início do próximo ano de 2026, o governo dos Estados Unidos da América planeja uma campanha de imunização em massa de sua população contra o coronavírus. Este evento seria, no mínimo, curioso, mas a fonte é totalmente confiável. O jornal ouviu nada mais, nada menos que o czar da indústria farmacêutica dos imunizantes Moncef Slaoui. Quem e este nome? Ele foi CEO de varios laboratorios da Big Pharma entre outras a Glaxo. 

Mas você pode estar intrigado com o absurdo de, aparentemente, uma notícia boa? Agora eu vou te esclarecer: esta vacina seria rastreada pelos 24 meses seguintes por Google e Oracle. Não estou dizendo de rastreamento do prontuário médico após a vacinação. O que chama a atenção é que essa “vigilância” seria 24 x 7 x 12. Pela lógica das leis americanas, isso é impensável. A terra da liberdade estaria pronta para te vigiar.  E por que ninguém está falando sobre isso? Por que não estamos vendo manifestações populares sobre esta gritante ameaça à intimidade e liberdade da nação mais poderosa? Porque isso é parte integral do plano em ação. As narrativas são todas no sentido oposto, quando atraem mídia para o feito. E quando não, como é este caso, tudo fica no limbo.

Se você já ficou intrigado ou sentindo-se ameaçado por esta tentativa de invasão à privacidade, saiba você que isso já está acontecendo em nível global. Estou afirmando que você, eu e todo o resto do mundo estão sob vigilância 24 horas por dia. E sabe o que é pior? Você até fornece a liberdade para os “SECULARES” de invadirem sua particularidade. Você continuamente tem uma vigilância implacável. Fornecendo alegremente tudo o que existe de mais precioso: a sua intimidade. O que ninguém entendeu ainda são os fatos que trouxeram até esta situação. Como foi que isso se deu, e por que isso não chama atenção e nem provoca protestos na população? Para saber mais, os porquês, quem e como, leia este post até o final.

A ORIGEM DA VIGILÂNCIA GLOBAL

Após os eventos do dia 11 de setembro de 2001, o mundo se viu em terror total. Aquela cena das torres gêmeas em Nova Iorque sendo atingidas por aviões comerciais levou pânico e dor aos EUA e ao mundo. A Al-Qaeda, fortemente apoiada e financiada pelo magnata árabe Ossama Bin Laden, colocou o plano da jihad (guerra santa) atingindo o coração da América. Naquele momento, a senha para o que viria a seguir estava dada. O governo americano e toda sua estrutura começaram a trabalhar no sentido de garantir uma segurança plena para seus residentes. Imediatamente em outubro daquele mesmo ano, o Congresso americano aprovou o “USA PATRIOTIC ACT”. Este dispositivo legal garantia, entre outras coisas, VIGILÂNCIA EM MASSA, DETENÇÃO DE SUSPEITOS E COLETA DE DADOS. 

Aproveitando este momento trágico (em um post futuro falarei muito a respeito das entrelinhas deste evento), a CIA, por meio da DARPA, colocou em ação o TIA (TOTAL INFORMATION AWARENESS), que tinha o objetivo claro e definido de observar e rastrear pessoas em massa, uma circunstância real que foi mostrada na maior vitrine de propaganda do SISTEMA, chamado Hollywood, no filme “Minority Report”. Durante mais de dois anos, o DARPA, por meio de uma recém-criada Agência de Segurança (NSA – National Security Agency), monitorava, entre tantos dados, os hábitos de suspeitos, movimentações financeiras, troca de mensagens e e-mails, além de acesso total ao perfil e hábitos dos investigados. Para os padrões americanos, isso é uma afronta. O país da liberdade e lar dos bravos não permite qualquer tipo de invasão à privacidade dos seus cidadãos. Quando isto veio à tona, houve uma forte manifestação na população e, consequentemente, os congressistas americanos se pronunciaram contra essa tentativa, mesmo sendo por uma causa tão nobre: A SEGURANÇA NACIONAL.

Toda essa manifestação surtiu efeito, e, em decisão do governo e das agências de inteligência e segurança, resolveram abandonar tal ideia. E, no dia 3 de fevereiro de 2004, o projeto e todos os alvos foram abandonados pelo governo americano. Uma vitória do bom senso e da integridade americana findava então esta secreta, mas legal, doravante apoiada nos atos patrióticos. Lindo tudo o que envolveu este episódio, não fosse tão mentiroso quanto a tudo o que se desenvolveu até a presente data. Esta foi a narrativa, isto é o que a Big Mídia deu a entender e divulgou para o mundo todo. Observe, meu caro leitor, isto foi exatamente a narrativa perfeita de um escândalo de proporções dantescas, solucionado pelos congressistas americanos de acordo com os anseios populares.

A HISTÓRIA REAL – A VERDADE QUE O SISTEMA QUER ESCONDER

O ano de 2001 foi um ano atribulado na geopolítica mundial. Muitos eventos excepcionais e um agravante. Depois do fim do mandato Democrata nos Estados Unidos, assume em 20 de janeiro George W. Bush. Filho de ex-presidente, republicano e conservador do Texas entra em cena no governo, sobrevindo como uma opção ao escândalo de Bill Clinton e à estagiária Monica Lewinsky. Acontece que, do momento em que assumiu a presidência, o presidente Bush Filho não ia bem perante os eleitores americanos. Em julho, seu governo atravessava uma fase ruim em termos de popularidade; em agosto, a popularidade havia despencado mais de quatro pontos percentuais e era sabido que, se não houvesse uma recuperação da popularidade do presidente, fatalmente as eleições de meio de mandato (midterms elections) ficariam muito difíceis para a governabilidade.

Do outro lado do Atlântico, mais precisamente no tenso trecho do Oriente Médio, uma célula da Agência Central de Inteligência americana, reunida em um escritório em Riad, discutia assuntos mais complexos possíveis. Um ex-aliado começava a cobrar promessas feitas há mais de quinze anos atrás. O chefe do escritório, que chamarei de Billy, traçava planos para conter o ex-aliado. Rapidamente um plano começava a ser traçado, e o foco era limitar a ação deste ativista que detinha um poder financeiro inigualável. A cobrança era um apoio formal do governo americano na reconstrução do país de interesse desse aliado. Dois anos antes, houve um encontro entre um representante do governo e o ex-aliado para tratar da pendência incômoda do acordo verbal. Insatisfeito, o desafeto teria jurado vingança (fatos documentados). 

A CIA tinha um plano cruel e de alto risco para sanar esse enfadonho e desagradável alvo. Enquanto isso, agentes da inteligência tratavam de municiar o ex-aliado com informações e conselhos para que este, se vingasse à altura do traidor. Era um jogo duplo arriscado. Se tudo viesse à tona, hoje tudo o que aconteceu poderia estar tendo uma visão infinitamente oposta. E aqui, neste ponto, um outro personagem se junta a esta mistura explosiva. Um país chamado Paquistão e sua agência de inteligência. O alvo principal do país era exatamente o grupo de Muhajadin, o famoso exército afegão. Há que se saber também de outros ingredientes. Havia uma instabilidade no controle e poderio bélico mundial. A sempre potente Rússia travava uma interessante batalha interna. Putin, que havia assumido em 2000 após o presidente Boris Ieltisn renunciar ao governo, deixando o país em um verdadeiro caos político e econômico, planeja não só a recuperação financeira como também devolver o brio de grande potência de outrora.

Após a queda do comunismo russo, tudo virou de cabeça para baixo. Gorbachiev e, na sequência, Ieltisin promoveram uma verdadeira segunda revolução russa. Vendendo empresas com um plano de privatização escandaloso, onde nasceram os atuais grandes oligarcas russos com seus tentáculos sob as asas do governo. O rublo, moeda russa, havia despencado a patamares nunca antes vistos. A pobreza rapidamente se alastrou pelo vasto território, o sistema de saúde naufragou e tudo o que existia era sombra do protagonismo que existiu em outros tempos. Vladmir Putin, que até então era o primeiro-ministro, assume a presidência e, em 2000, ganha as eleições com a promessa de governar com punhos fortes e o firme propósito de devolver à nação a austeridade perdida na década anterior. Mesmo com o caos, a geopolítica, principalmente do leste europeu e seus vizinhos mais capitalistas, sempre foi foco no governo Putin. Portanto, fácil de imaginar que este momento efervescente, principalmente após os atentados contra os EUA, era uma oportunidade de recuperação de sua envergadura no quadro mundial de potências.

Acontece que, no lado americano, que sempre foi considerado o xerife do mundo, seu recém-empossado presidente carecia de ganhar holofote e se sobressair. A geopolítica para os americanos sempre foi um tema de extrema importância, porém, com a popularidade baixa do governante, e a eterna necessidade de  estar sempre a frente, liderando as demais nações, o plano da inteligência cairia como uma luva e, assim, explodiria a popularidade do presidente Bush. Observe você mesmo, caro amigo leitor, pesquise você mesmo e meça a veracidade da informação que eu estou lhe entregando. Findos os ataques e a declaração de “guerra contra o terrorismo” do presidente Bush, sua popularidade chegou à casa dos 88%. A velha teoria do nós contra eles estava de volta ao palco principal.

O PROPOSITO DA INVASAO DE PRIVACIDADE E COMO TUDO SE DESENROLOU COM A NARRATIVA CERTA

Voltando ao cerne da questão que envolve a espionagem de toda a população, e mais, com o consentimento de todos e depois de ter mostrado o que ocorreu por trás dos atentados, temos que lembrar que os “SECULARES” já haviam formalizado a necessidade por meio de um preço de sangue. Havia também legalizado a espionagem por meio de medidas legais aprovadas pelos representantes do povo. Com essas premissas expostas, então, a CIA iniciou o projeto TIA, que garantia poder olhar a vontade para alvos em potencial e, além disso, poderia, nas entrelinhas, investigar abertamente a quem quisesse. Portanto, se houvesse algum dissidente ou até mesmo algum adversário, facilmente ele poderia ser colocado como objeto de investigação e depois poderia ser totalmente aniquilado. Mas como nada pode ser assim, de uma forma grotesca unilateral, esse desejo foi descoberto.

Como você já leu no início, a vontade popular venceu e o projeto foi encerrado. Exatamente no dia 3 de fevereiro de 2004. No dia seguinte, dia 4 de fevereiro de 2004, surge para o mundo, o The Facebook. Que basicamente consiste em… exatamente a mesma coisa que o projeto militar e de segurança, sem as patentes e sem as burocracias governamentais. Pelo contrário, uma iniciativa de um grupo de jovens brilhantes do Vale do silicio. Coincidencia? Ouso dizer que nao existem coincidencias neste mundo. Olhando a fundacao do facebook e os investidores iniciais dessa galera, encontro um nome. Simplesmente o maior investidor particular no projeto Facebook. Peter Thiel.

Oh my God! Coincidência de novo? Bom, por hoje vou parando por aqui e pedindo para você comentar, perguntar, ou criticar. O próximo post, que será uma segunda parte deste, estará repleto de mais informações. Lembre-se, não acredite cegamente em nada. Pois quem tem sua atenção, certamente te controla. Até breve.

Renato Date

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