Uncategorized – Alem da Narrativa – A Paz em Perspectiva https://alemdanarrativa.com My WordPress Blog Tue, 11 Nov 2025 05:40:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://alemdanarrativa.com/wp-content/uploads/2025/09/cropped-logo-alem-da-narrativa-32x32.png Uncategorized – Alem da Narrativa – A Paz em Perspectiva https://alemdanarrativa.com 32 32 O PROXIMO PASSO PARA A NOVA ORDEM MUNDIAL https://alemdanarrativa.com/o-proximo-passo-para-a-nova-ordem-mundial/ https://alemdanarrativa.com/o-proximo-passo-para-a-nova-ordem-mundial/#respond Tue, 11 Nov 2025 05:26:29 +0000 https://alemdanarrativa.com/?p=1066

Pleno final de 2025, uma notícia divulgada no Jornal The Wall Street Journal, em meio a um trabalho de investigação espetacular, revela uma informação assustadora. No início do próximo ano de 2026, o governo dos Estados Unidos da América planeja uma campanha de imunização em massa de sua população contra o coronavírus. Este evento seria, no mínimo, curioso, mas a fonte é totalmente confiável. O jornal ouviu nada mais, nada menos que o czar da indústria farmacêutica dos imunizantes Moncef Slaoui. Quem e este nome? Ele foi CEO de varios laboratorios da Big Pharma entre outras a Glaxo. 

Mas você pode estar intrigado com o absurdo de, aparentemente, uma notícia boa? Agora eu vou te esclarecer: esta vacina seria rastreada pelos 24 meses seguintes por Google e Oracle. Não estou dizendo de rastreamento do prontuário médico após a vacinação. O que chama a atenção é que essa “vigilância” seria 24 x 7 x 12. Pela lógica das leis americanas, isso é impensável. A terra da liberdade estaria pronta para te vigiar.  E por que ninguém está falando sobre isso? Por que não estamos vendo manifestações populares sobre esta gritante ameaça à intimidade e liberdade da nação mais poderosa? Porque isso é parte integral do plano em ação. As narrativas são todas no sentido oposto, quando atraem mídia para o feito. E quando não, como é este caso, tudo fica no limbo.

Se você já ficou intrigado ou sentindo-se ameaçado por esta tentativa de invasão à privacidade, saiba você que isso já está acontecendo em nível global. Estou afirmando que você, eu e todo o resto do mundo estão sob vigilância 24 horas por dia. E sabe o que é pior? Você até fornece a liberdade para os “SECULARES” de invadirem sua particularidade. Você continuamente tem uma vigilância implacável. Fornecendo alegremente tudo o que existe de mais precioso: a sua intimidade. O que ninguém entendeu ainda são os fatos que trouxeram até esta situação. Como foi que isso se deu, e por que isso não chama atenção e nem provoca protestos na população? Para saber mais, os porquês, quem e como, leia este post até o final.

A ORIGEM DA VIGILÂNCIA GLOBAL

Após os eventos do dia 11 de setembro de 2001, o mundo se viu em terror total. Aquela cena das torres gêmeas em Nova Iorque sendo atingidas por aviões comerciais levou pânico e dor aos EUA e ao mundo. A Al-Qaeda, fortemente apoiada e financiada pelo magnata árabe Ossama Bin Laden, colocou o plano da jihad (guerra santa) atingindo o coração da América. Naquele momento, a senha para o que viria a seguir estava dada. O governo americano e toda sua estrutura começaram a trabalhar no sentido de garantir uma segurança plena para seus residentes. Imediatamente em outubro daquele mesmo ano, o Congresso americano aprovou o “USA PATRIOTIC ACT”. Este dispositivo legal garantia, entre outras coisas, VIGILÂNCIA EM MASSA, DETENÇÃO DE SUSPEITOS E COLETA DE DADOS. 

Aproveitando este momento trágico (em um post futuro falarei muito a respeito das entrelinhas deste evento), a CIA, por meio da DARPA, colocou em ação o TIA (TOTAL INFORMATION AWARENESS), que tinha o objetivo claro e definido de observar e rastrear pessoas em massa, uma circunstância real que foi mostrada na maior vitrine de propaganda do SISTEMA, chamado Hollywood, no filme “Minority Report”. Durante mais de dois anos, o DARPA, por meio de uma recém-criada Agência de Segurança (NSA – National Security Agency), monitorava, entre tantos dados, os hábitos de suspeitos, movimentações financeiras, troca de mensagens e e-mails, além de acesso total ao perfil e hábitos dos investigados. Para os padrões americanos, isso é uma afronta. O país da liberdade e lar dos bravos não permite qualquer tipo de invasão à privacidade dos seus cidadãos. Quando isto veio à tona, houve uma forte manifestação na população e, consequentemente, os congressistas americanos se pronunciaram contra essa tentativa, mesmo sendo por uma causa tão nobre: A SEGURANÇA NACIONAL.

Toda essa manifestação surtiu efeito, e, em decisão do governo e das agências de inteligência e segurança, resolveram abandonar tal ideia. E, no dia 3 de fevereiro de 2004, o projeto e todos os alvos foram abandonados pelo governo americano. Uma vitória do bom senso e da integridade americana findava então esta secreta, mas legal, doravante apoiada nos atos patrióticos. Lindo tudo o que envolveu este episódio, não fosse tão mentiroso quanto a tudo o que se desenvolveu até a presente data. Esta foi a narrativa, isto é o que a Big Mídia deu a entender e divulgou para o mundo todo. Observe, meu caro leitor, isto foi exatamente a narrativa perfeita de um escândalo de proporções dantescas, solucionado pelos congressistas americanos de acordo com os anseios populares.

A HISTÓRIA REAL – A VERDADE QUE O SISTEMA QUER ESCONDER

O ano de 2001 foi um ano atribulado na geopolítica mundial. Muitos eventos excepcionais e um agravante. Depois do fim do mandato Democrata nos Estados Unidos, assume em 20 de janeiro George W. Bush. Filho de ex-presidente, republicano e conservador do Texas entra em cena no governo, sobrevindo como uma opção ao escândalo de Bill Clinton e à estagiária Monica Lewinsky. Acontece que, do momento em que assumiu a presidência, o presidente Bush Filho não ia bem perante os eleitores americanos. Em julho, seu governo atravessava uma fase ruim em termos de popularidade; em agosto, a popularidade havia despencado mais de quatro pontos percentuais e era sabido que, se não houvesse uma recuperação da popularidade do presidente, fatalmente as eleições de meio de mandato (midterms elections) ficariam muito difíceis para a governabilidade.

Do outro lado do Atlântico, mais precisamente no tenso trecho do Oriente Médio, uma célula da Agência Central de Inteligência americana, reunida em um escritório em Riad, discutia assuntos mais complexos possíveis. Um ex-aliado começava a cobrar promessas feitas há mais de quinze anos atrás. O chefe do escritório, que chamarei de Billy, traçava planos para conter o ex-aliado. Rapidamente um plano começava a ser traçado, e o foco era limitar a ação deste ativista que detinha um poder financeiro inigualável. A cobrança era um apoio formal do governo americano na reconstrução do país de interesse desse aliado. Dois anos antes, houve um encontro entre um representante do governo e o ex-aliado para tratar da pendência incômoda do acordo verbal. Insatisfeito, o desafeto teria jurado vingança (fatos documentados). 

A CIA tinha um plano cruel e de alto risco para sanar esse enfadonho e desagradável alvo. Enquanto isso, agentes da inteligência tratavam de municiar o ex-aliado com informações e conselhos para que este, se vingasse à altura do traidor. Era um jogo duplo arriscado. Se tudo viesse à tona, hoje tudo o que aconteceu poderia estar tendo uma visão infinitamente oposta. E aqui, neste ponto, um outro personagem se junta a esta mistura explosiva. Um país chamado Paquistão e sua agência de inteligência. O alvo principal do país era exatamente o grupo de Muhajadin, o famoso exército afegão. Há que se saber também de outros ingredientes. Havia uma instabilidade no controle e poderio bélico mundial. A sempre potente Rússia travava uma interessante batalha interna. Putin, que havia assumido em 2000 após o presidente Boris Ieltisn renunciar ao governo, deixando o país em um verdadeiro caos político e econômico, planeja não só a recuperação financeira como também devolver o brio de grande potência de outrora.

Após a queda do comunismo russo, tudo virou de cabeça para baixo. Gorbachiev e, na sequência, Ieltisin promoveram uma verdadeira segunda revolução russa. Vendendo empresas com um plano de privatização escandaloso, onde nasceram os atuais grandes oligarcas russos com seus tentáculos sob as asas do governo. O rublo, moeda russa, havia despencado a patamares nunca antes vistos. A pobreza rapidamente se alastrou pelo vasto território, o sistema de saúde naufragou e tudo o que existia era sombra do protagonismo que existiu em outros tempos. Vladmir Putin, que até então era o primeiro-ministro, assume a presidência e, em 2000, ganha as eleições com a promessa de governar com punhos fortes e o firme propósito de devolver à nação a austeridade perdida na década anterior. Mesmo com o caos, a geopolítica, principalmente do leste europeu e seus vizinhos mais capitalistas, sempre foi foco no governo Putin. Portanto, fácil de imaginar que este momento efervescente, principalmente após os atentados contra os EUA, era uma oportunidade de recuperação de sua envergadura no quadro mundial de potências.

Acontece que, no lado americano, que sempre foi considerado o xerife do mundo, seu recém-empossado presidente carecia de ganhar holofote e se sobressair. A geopolítica para os americanos sempre foi um tema de extrema importância, porém, com a popularidade baixa do governante, e a eterna necessidade de  estar sempre a frente, liderando as demais nações, o plano da inteligência cairia como uma luva e, assim, explodiria a popularidade do presidente Bush. Observe você mesmo, caro amigo leitor, pesquise você mesmo e meça a veracidade da informação que eu estou lhe entregando. Findos os ataques e a declaração de “guerra contra o terrorismo” do presidente Bush, sua popularidade chegou à casa dos 88%. A velha teoria do nós contra eles estava de volta ao palco principal.

O PROPOSITO DA INVASAO DE PRIVACIDADE E COMO TUDO SE DESENROLOU COM A NARRATIVA CERTA

Voltando ao cerne da questão que envolve a espionagem de toda a população, e mais, com o consentimento de todos e depois de ter mostrado o que ocorreu por trás dos atentados, temos que lembrar que os “SECULARES” já haviam formalizado a necessidade por meio de um preço de sangue. Havia também legalizado a espionagem por meio de medidas legais aprovadas pelos representantes do povo. Com essas premissas expostas, então, a CIA iniciou o projeto TIA, que garantia poder olhar a vontade para alvos em potencial e, além disso, poderia, nas entrelinhas, investigar abertamente a quem quisesse. Portanto, se houvesse algum dissidente ou até mesmo algum adversário, facilmente ele poderia ser colocado como objeto de investigação e depois poderia ser totalmente aniquilado. Mas como nada pode ser assim, de uma forma grotesca unilateral, esse desejo foi descoberto.

Como você já leu no início, a vontade popular venceu e o projeto foi encerrado. Exatamente no dia 3 de fevereiro de 2004. No dia seguinte, dia 4 de fevereiro de 2004, surge para o mundo, o The Facebook. Que basicamente consiste em… exatamente a mesma coisa que o projeto militar e de segurança, sem as patentes e sem as burocracias governamentais. Pelo contrário, uma iniciativa de um grupo de jovens brilhantes do Vale do silicio. Coincidencia? Ouso dizer que nao existem coincidencias neste mundo. Olhando a fundacao do facebook e os investidores iniciais dessa galera, encontro um nome. Simplesmente o maior investidor particular no projeto Facebook. Peter Thiel.

Oh my God! Coincidência de novo? Bom, por hoje vou parando por aqui e pedindo para você comentar, perguntar, ou criticar. O próximo post, que será uma segunda parte deste, estará repleto de mais informações. Lembre-se, não acredite cegamente em nada. Pois quem tem sua atenção, certamente te controla. Até breve.

Renato Date

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A CONSTRUCAO DAS NARRATIVA NA ATUALIDADE https://alemdanarrativa.com/a-construcao-das-narrativa-na-atualidade/ https://alemdanarrativa.com/a-construcao-das-narrativa-na-atualidade/#respond Wed, 29 Oct 2025 11:31:54 +0000 https://alemdanarrativa.com/?p=1044

Nos tempos antigos, existiam apenas mídias ditas tradicionais. Existiam os tabloides e folhas jornalísticas, que sempre foram a comunicação primordial. A quem as pessoas recorriam para terem as informações mais precisas. Sempre houve tendências, ideias as quais, de forma velada, os veículos tradicionais geralmente no conteúdo dos seus editoriais, de forma bem subjetiva, apontavam a direção da nau. Tempos idos, nos quais, mesmo tendo as ideologias, o zelo em não transparecer era notório. Década de vinte e trinta do século passado, os folhetins preocupados com a escalada da crise se distendiam e se desdobravam para não alarmar mais do que o necessário a população. Essa consciência era a mola mestra da conduta jornalística nos idos da Grande Depressão Americana. Com isso, grandes corporações da imprensa se estabeleciam. Sim, ja havia os “SECULARES”. Mas, diferente de agora, muito era para ser mantido em sigilo. Teorias sobre esse império que crescia eram muito comuns. 

Independentemente do que era objetivo do grupo, as ações naquele momento eram voltadas à consolidação do império que até hoje o grupo detém. Não somente o poder econômico, mas sim o poder de decisão global. Eram outros os tempos, mas os objetivos sempre foram, de certa forma, idênticos aos atuais objetivos.  As famílias por trás dos “SECULARES” traçavam já naquela época o grande plano. O leitor pode interrogar. Se naquela época existia a necessidade de ocultar as ideologias, o que mudou? Ou talvez outra pergunta cabível seria. Qual era o plano daquela época? Para ambas as perguntas, respostas opostas, mas congruentes no raciocínio. Os mandantes do mundo não rezam cartilhas divergentes entre si. Ensinamento usado por Jesus Cristo no evangelho: “Se um reino é dividido, ele será facilmente exterminado”. Portanto, a coesão do grupo sempre foi importante para a sobrevivência da elite mundial. O plano sempre foi e sempre será o do controle a qualquer preço. Independentemente de governos ou ideologias, esta é a premissa básica, onde está estabelecido o poder destes donos do mundo.

Podemos também, olhando com lupa o passado, entender os rumos futuros da ideia de poder global. Como o nosso objetivo aqui é demonstrar a construção das narrativas e como elas interferem no momento atual, e mostrar sem máscaras o que está por trás deste mundo, sempre gosto de trazer os fatos históricos, não narrados pelos veículos de divulgação. Não também pela maior máquina de propaganda do modelo americano, Hollywood. Existem fatos de sobra para mostrar como as narrativas sempre fizeram parte do contexto histórico. Mas o que ninguém sabe, ou melhor, poucos sabem, é que tudo isso é orquestrado para um fim determinado, buscando um objetivo alinhado ao histórico do sistema. 

Tendo visto o que foi dito até agora, quero expor algumas ideias para situar o leitor neste universo. A primeira questão, e não muito distante, é exatamente um evento bélico ocorrido na recente década de noventa. Kuwait x Iraque.  Um conflito narrado por todos os grandes veículos de imprensa internacional. Porém o que está por trás deste embrolho internacional está ofuscado pelas lentes das câmeras de TV. Esta, além do fato narrado pelos líderes globais, e mais, está bem guardada nos arquivos das agências de inteligência que deflagraram toda a operação e a consequência dela. Não estou fazendo apenas ilações, estou usando documentos que acessei e de fontes confiáveis, uma destas fontes, falecida em 2008. Porém o seu espólio me foi concedido e guardo com zelo e esmero. Vamos desvendar, caro leitor, com total atenção este fato histórico e desnudar o véu que ainda paira sobre este evento mórbido e mostrar a que ponto os “SECULARES” podem avançar para conseguir êxito no seu plano.

A HISTÓRIA DO CONFLITO E SITUAÇÃO DA ÉPOCA.

Faremos um breve relato do conflito e qual era a situacao do oriente medio no final da decada de setenta. Segundo o que escreve a historia, essa era a situacao da regiao. Ate neste ponto, nao ha nada de novo e tambem o contexto eh exatamete como segue:

Situação Geopolítica do Iraque (1979–1990): Guerra Irã-Iraque e Relação com os Estados Unidos
1. Introdução

O final da década de 1970 e toda a década de 1980 foram marcados por intensas transformações no Oriente Médio. O Iraque, sob a liderança de Saddam Hussein, assumiu papel central em uma das mais sangrentas guerras regionais do século XX: a guerra contra o Irã (1980–1988). Durante esse período, a política dos Estados Unidos oscilou entre neutralidade e apoio tático, motivada por interesses estratégicos na contenção do regime islâmico iraniano e na preservação da estabilidade do mercado petrolífero.

2. O Iraque no Final da Década de 1970

Em julho de 1979, Saddam Hussein consolidou-se como presidente do Iraque após afastar seu primo Ahmed Hassan al-Bakr. O país, governado pelo Partido Baath Árabe Socialista, vivia sob regime autoritário e centralizado. O Iraque experimentava crescimento econômico impulsionado pela alta do preço do petróleo após 1973, embora enfrentasse tensões internas entre árabes, curdos e xiitas.

3. A Guerra Irã–Iraque (1980–1988)

Em 22 de setembro de 1980, o Iraque iniciou uma ofensiva militar contra o Irã, visando controlar a região petrolífera do Khuzistão e enfraquecer o regime revolucionário do aiatolá Khomeini. A guerra, de caráter prolongado e destrutivo, resultou em mais de um milhão de mortos. O conflito foi marcado pelo uso de armas químicas, ataques a civis e destruição massiva, sem ganhos territoriais relevantes ao final.

4. A Atuação dos Estados Unidos

Inicialmente neutros, os Estados Unidos passaram a apoiar tacitamente o Iraque a partir de 1982, quando o Irã começou a obter vantagem militar. Sob o governo de Ronald Reagan, Washington forneceu informações de inteligência, créditos financeiros e acesso a tecnologias de uso duplo. Apesar de relatórios confirmando o uso de armas químicas por Saddam Hussein, os EUA mantiveram silêncio estratégico para evitar o fortalecimento do Irã. Ao mesmo tempo, o escândalo Irã-Contras revelou que Washington também vendia armas secretamente a Teerã, num jogo duplo de contenção regional.

5. O Fim da Guerra e a Crise Econômica Iraquiana

O cessar-fogo mediado pela ONU em 1988 pôs fim a oito anos de conflito sem vencedores claros. O Iraque emergiu devastado economicamente, com dívida superior a 80 bilhões de dólares, grande parte devida ao Kuwait e à Arábia Saudita. Saddam Hussein esperava compensações financeiras por ter ‘defendido o mundo árabe do Irã xiita’, mas a recusa desses países levou-o a adotar postura agressiva.

6. A Invasão do Kuwait (1990)

Em 2 de agosto de 1990, o Iraque invadiu o Kuwait, alegando disputas territoriais e práticas desleais na produção de petróleo. A ocupação foi condenada pela ONU e pelos Estados Unidos, que organizaram uma coalizão internacional liderada por George H. W. Bush. O episódio culminou na Guerra do Golfo (1991), que expulsou as forças iraquianas e marcou o início do isolamento internacional de Saddam Hussein.

7. Considerações Finais

Entre 1979 e 1990, o Iraque passou de potência regional emergente a Estado enfraquecido e isolado. A relação com os Estados Unidos foi ambígua e pragmática, movida por interesses estratégicos e econômicos. O apoio indireto de Washington durante a guerra contra o Irã e a posterior ruptura após a invasão do Kuwait refletem a natureza mutável da política externa americana no Oriente Médio. Esse período moldou as tensões que definiriam as décadas seguintes na região.

Referências Bibliográficas

– HIRO, Dilip. *The Longest War: The Iran-Iraq Military Conflict*. Routledge, 1991.
– KARSH, Efraim. *The Iran-Iraq War: 1980–1988*. Osprey Publishing, 2002.
– GORDON, Michael R.; TRAINOR, Bernard E. *The Generals’ War: The Inside Story of the Conflict in the Gulf*. Little, Brown and Company, 1995.
– CIA Declassified Reports (1983–1988) on Iraq and Iran, United States National Archives.

O QUE ESTA NAS ENTRELINHAS DO CONFLITO?

De forma bem objetiva, fiz um resumo do trabalho que fiz sobre a Guerra do Golfo e também da tensão e guerra Irã x Iraque na década de oitenta, que ocupava diariamente um espaço enorme nos telejornais da época. Não estou emitindo opinião, porém estou relatando com olhos analíticos todas as vertentes do acontecido. 

TEORIAS GEOPOLÍTICAS E CONSPIRATÓRIAS SOBRE A GUERRA DO GOLFO (1990–1991)

  1. Introdução

A Guerra do Golfo (1990–1991) marcou um dos momentos mais emblemáticos da geopolítica pós-Guerra Fria.
O conflito, que teve como gatilho a invasão do Kuwait pelo Iraque sob o comando de Saddam Hussein,
desencadeou uma série de ações militares lideradas pelos Estados Unidos e seus aliados da OTAN.
Contudo, desde o término do conflito, surgiram diversas teorias que apontam possíveis manobras
estratégicas e financeiras por parte da CIA e do governo norte-americano, tanto antes quanto durante o conflito.

  1. Contexto Histórico e Antecedentes

Durante as décadas de 1970 e 1980, o Oriente Médio foi palco de tensões constantes.
A Revolução Islâmica do Irã (1979) derrubou o xá Mohammad Reza Pahlavi, aliado dos EUA,
e instaurou um regime teocrático liderado por Ruhollah Khomeini.
Em resposta, os Estados Unidos buscaram conter a expansão da influência iraniana
e, para isso, viram no Iraque de Saddam Hussein um aliado estratégico temporário.

A CIA teria, segundo documentos e relatos de ex-agentes desclassificados nos anos 2000,
fornecido ao Iraque dados de inteligência e treinamento militar para conter o avanço iraniano.
No entanto, simultaneamente, existem registros de negociações secretas dos EUA com o Irã.
durante o período conhecido como “Irã-Contras”, no qual armamentos foram fornecidos em troca
de recursos financeiros destinados a movimentos anticomunistas na América Central.

  1. Teorias Principais

3.1. Apoio simultâneo ao Irã e ao Iraque

Uma das teorias mais recorrentes sustenta que a CIA teria desempenhado um papel duplo,
fornecendo assistência tanto ao Irã quanto ao Iraque, com o objetivo de prolongar o conflito.
e enfraquecer ambos os países. O prolongamento da guerra teria garantido aos Estados Unidos
controle indireto sobre a estabilidade da região e sobre os fluxos de petróleo.

3.2. Treinamento de Saddam Hussein

Relatos históricos indicam que Saddam Hussein manteve contato com agentes norte-americanos.
Desde os anos 1960, período em que a CIA teria apoiado movimentos anticomunistas dentro do
Partido Baath. Segundo alguns analistas, parte do aparato militar e tático de Hussein teria
sido estruturado com base em doutrinas ocidentais, o que explicaria sua rápida ascensão ao poder.

3.3. Lucro financeiro e a reestruturação global do petróleo

Outra teoria amplamente divulgada sustenta que os EUA capitalizaram o conflito por meio do
reajuste dos preços internacionais do petróleo, contratos de reconstrução e expansão de
influência militar no Golfo Pérsico. Empresas norte-americanas, sobretudo do setor bélico e
energético, teriam obtido ganhos significativos com a guerra e suas consequências.

  1. Conclusão

Embora muitas das alegações envolvendo a CIA permaneçam sem comprovação documental completa,
Há consenso entre historiadores de que os Estados Unidos mantiveram uma política pragmática.
e flexível no Oriente Médio durante as décadas de 1980 e 1990. O jogo de alianças mutáveis
e o interesse estratégico no petróleo moldaram as ações norte-americanas, alimentando
as teorias conspiratórias que persistem até os dias atuais.

  1. Referências

– HERSH, Seymour. *The Samson Option*. Random House, 1991.
– KAPLAN, Lawrence. *The War After the War: Iraq, Iran, and the CIA’s Double Game*. Foreign Policy, 2005.
– WOODS, Kevin M. *The Iraqi Perspectives Project: Saddam and the U.S.* Joint Forces Command, 2006.
– U.S. Department of Defense. *Declassified Intelligence Reports on Iraq-Iran War (1979–1988)*, 2004. 

Concluindo esta analise do caso o fato eh que as narrativas nascem dentro de um contexto qeu favoreca exatamente o mais forte. O que poucos sabem eh que os “SECULARES”  dobraram sua fortuna. Nao estou dizendo simbolicamente mas matematicamente. Com o conflito do golfo o valor financeiros de 193 Bilhoes de Dolares no ano de 1990 chegou aos 387,3 Bilhoes de Dolares no final de 1991. Mais um fator, o grupo escolhido por eles para administrar o mundo na mesma epoca foi os conservadores republicanos. Apenas para dizer o minimo que estava invisivel para os olhos comuns. O que foi estruturado no plano esta sendo cumprido a risca. Para mais deixe seu comentario.

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O GRANDE PLANO E AS EVIDENCIAS – DOCUMENTADOS https://alemdanarrativa.com/o-grande-plano-e-as-evidencias-documentados/ https://alemdanarrativa.com/o-grande-plano-e-as-evidencias-documentados/#respond Mon, 13 Oct 2025 07:45:46 +0000 https://alemdanarrativa.com/?p=1032

O início dos donos do mundo remonta séculos. O início provável do que temos hoje ( um grupo ultra seleto e secreto de aproximadamente 215 pessoas) que dei o nome de “SECULARES” se formou logo após o fim das cruzadas e o extermínio oficial dos cavaleiros templários em 1314. E os eventos que culminaram no fim é que gostaria muito de ressaltar, pois será fundamental compreender o ocorrido e o que veio a seguir, para que a história faça sentido e o mundo contemple os poderosos que comandam governos.

Não sou historiador, mas aprendi a fazer pesquisas e, como processo investigativo, tenho o cuidado de analisar múltiplas fontes de informação; isto inclui uma vasta gama de publicações sobre o tema. E, no decorrer da pesquisa, notei que quase comum entre os estudiosos da história dos templários é que tudo foi feito de forma ilícita para acabar com o grupo, que cresceu em número e cresceu mais ainda no poder financeiro e bélico. A Ordem do Templo, comumente conhecida por meio de um processo espúrio e falso, encabeçado pelo endividado Rei Felipe da França e agraciado pelo Papa Clemente V, terminou por extinguir o grupo. 

No contexto da nossa proposta, é importante apenas narrar os fatos, a conclusão sempre cabe a você, leitor. Não faço julgamento de valor e não permito que alguém o faça. Os fatos ocorreram, embora seja evidente que existiam interesses; não sou eu quem fará o julgamento do mérito. Sendo assim, sigo narrando o ocorrido no passado com o grupo precursor dos “SECULARES”. Em 1314, aproximadamente, pois existem publicações que defendem que a data da execução de Jaques De Molay foi outra, datando 1312. Seguindo o princípio da qualidade e quantidade, admito que seja o ano 1314 em que Jaques De Malay foi queimado vivo em Paris, como resultado de sua condenação. Com certeza, neste momento pode surgir uma dúvida interessante: qual o motivo e qual a ligação existe com estes fatos narrados anteriormente? Ou então, o porquê do que ocorreu em 1314 influencia hoje, 2025?

A partir da história, é que conseguimos entender tudo o que acontece hoje. As respostas para o que vivemos agora, sempre vêm da origem. Vou tentar ser o mais assertivo e coeso possível, mas preciso incluir todos os elementos, o conjunto completo, para que você, leitor, tenha todos os elementos para que você possa fazer sua análise e posterior conclusão.

Nos anos entre 1095 ate 1120, havia uma movimentação na Europa e na parte do Oriente, principalmente na cidade de Jerusalém, onde os turcos muçulmanos, que já haviam conquistado boa parte da Anatolia, miravam a conquista da cidade santa para as três grandes religiões: judaísmo, islamismo e cristianismo. No meio desta ebulição, muito relacionada à fé, na Jerusalém que já estava dominada pelo Islamismo desde o século VII, via uma oportunidade da reconquista. O Papa Urbano II, no ano de 1095, no seu concílio de Clermont, conclama os cristãos para a libertação da cidade de Jerusalém. Reis e nobres europeus acataram o chamado e se uniram em batalhas sangrentas. Até que em 15 de julho de 1099 conseguiam tomar a cidade santa.

ORIGEM E CONTINUIDADE

Após esta vitória épica, o grupo chamado de os “príncipes cruzados” estabeleceu sua força, tendo até um domínio próprio dentro do templo de Salomão. Nomes como Godofredo de Bulhão, Boemundo de Tarento, Tancredo de Hauteville, Raymond IV de Toulouse e Hugo de Vermandois, este último irmão do rei da França, são alguns dos personagens que instituíram esta ordem. Depois desta conquista, os cruzados fundaram o Reino Latino de Jerusalém, que foi governado por nobres, tendo os primeiros reis pela ordem Godofredo de Bulhões de 1099 a 1100, que recusou o título de rei, passando a ser chamado apenas de “advocatus sancti sepulchri” ou defensor do santo sepulcro. Balduino I, irmão de Godofredo, oficialmente coroado rei, recebe oficialmente o título que manteve o reino em sua coroa até o ano de 1118. O próximo foi Balduino II de Jerusalém, assumindo o trono em 1118, conduzindo sob suas ordens até 1131. Foi este rei que concedeu aos primeiros templários um quartel no Templo de Salomão, apoiando fortemente a criação da ordem.

Em 1118, nove cavaleiros franceses, liderados por Hugo de Payens e Godefroy de Saint-Omer, juraram viver sob votos de pobreza, castidade e obediência, dedicando-se exclusivamente à proteção dos peregrinos que viajavam de Jafa até Jerusalém, rota esta conhecida por seus perigos de assalto dos muçulmanos e saqueadores eventuais. Esses cavaleiros se apresentaram ao rei Balduino II de Jerusalém, que lhes concedeu um alojamento dentro do antigo Templo de Salomão e também a proteção real e autorização papal para agir como milícia religiosa, originando assim o nome completo da ordem: “Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão”. De 1120 até o ano de 1140, os cavaleiros da recém-criada ordem sobreviveram em praticamente um silêncio e uma austeridade, consolidando-se mais e mais.

O grande impulso para a ordem ocorreu no ano de 1127, quando Hugo de Payens viajou à Europa buscando apoio e novos recrutas. Neste contexto, surge uma figura de extrema importância para a ordem: São Bernardo de Claraval, um abade cisterciense, teólogo e um dos homens mais influentes da igreja. Foi Bernardo que redigiu o texto “De Laude Novae Militiae”, no qual enaltecia os templários como “monges guerreiros” que combatiam o mal tanto espiritual como o mal físico. Por sua influência na igreja, a ordem foi oficialmente reconhecida pela igreja em 1129,  durante o Concílio de Troyes na França. O Papa Honório II e depois Inocêncio II concederam aos Templários a isenção de impostos e dízimos, direito de ter capelães próprios, submissão direta ao Papa (sem intermediários episcopais) e a liberdade de cruzar fronteiras sem pagar taxas. 

O período de 1130 até 1300 foi considerado o período de consolidação e total crescimento. Cavaleiros de toda a Europa começaram a se juntar à Ordem; nobres doavam terras e propriedades em troca de proteção espiritual. Os templários ergueram castelos, fortalezas e igrejas por toda a Europa e Oriente Médio. Com ajuda direta dos reinos de Inglaterra, França, Portugal, Espanha, Escócia e Hungria, que mais contribuíram. Os Cavaleiros Templários revolucionaram a Idade Média e também o mundo futuro. Os ricos e nobres que desejavam peregrinar até a cidade santa, naquela época, deveriam levar um séquito de ajudantes e escravos, além de ter seus bens, ouro e joias, para que se pudesse fazer tal feito. Com o risco de ocorrer um assalto de saqueadores que descobriram uma fonte considerada fácil para agirem, aterrorizava os peregrinos. Os templários, já austeros, trouxeram a solução. A rede Templaria era imensa e, portanto, capaz de assumir a responsabilidade das riquezas destes abastados. Eles então instituíram documentos com selos para evitar qualquer prática ilegal e custodiavam os bens daqueles que queriam contar com essa proteção. Portanto, podemos afirmar sim que esta prática de custódia e uso de documentos assinados e selados para garantir a integridade do título, uma versão prévia das promissórias ou notas de créditos, pode ser associada às práticas dos Cavaleiros Templários e também afirmar que daí nasce o sistema bancário integrado (swift), não por coincidência um sistema europeu (belga).

O FIM DOS TEMPLÁRIOS (SERÁ?) O PROCESSO E SEU ESPÓLIO.

A partir deste ponto, amado e querido leitor, necessito de sua extrema atenção, pois irei expor uma trama fascinante. Preste bastante atenção em como se deu a derrocada da ordem mais poderosa que se tem notícia na Idade Média. Como o desejo por poder, controle e ganância financeira pode destruir o simbolismo. E observe os ardis por trás da velha e boa intenção. Nos idos de 1250, os templários haviam conquistado muitas riquezas e poder. Para se ter ideia, com sua estratégia de custódia, reinos inteiros eram devedores dos Cavaleiros Templários. Inglaterra, Portugal e principalmente França tinham débitos com os cavaleiros.  O poder econômico ia além de tesouros de ouro e prata; eles detinham propriedades em todos os países, castelos e pontos de descanso (antigas hospedarias), fazendas de produção e outras terras. 

No reinado de Filipe IV O Belo (1268-1314), o país iniciou guerras de conquista, enfrentando oponentes poderosos, um exemplo é a guerra contra a Inglaterra. Com este afã do monarca, exigiam-se muitos recursos financeiros. Filipe detinha então um ótimo relacionamento com os templários e constantemente tomava empréstimos com a ordem. Sua biografia nos dá conta de que ele era um monarca que gostava de trazer tudo à sua vista, ou seja, um verdadeiro controlador, obcecado por controle. Tinha o enorme desejo de controlar e centralizar todo poder e a riqueza da coroa francesa em suas mãos. Seu reinado foi marcado também por crises financeiras desde o início, e a história nos dá conta de que todo o tesouro francês do século XIV estava de posse dos templários. Além disso, marca seu reinado um conflito com o Papa Bonifácio VIII, no qual a disputa era o poder religioso. 

Havia, entretanto, uma outra questão, além desta dívida impagável do rei da França com os Cavaleiros Templários. O problema era político, a Ordem não respondia ao rei e sim ao Papa. Na Idade Média, a figura do líder religioso se compara a um líder político de uma nação. As indulgências conseguidas pelos templários incomodavam muito Filipe O Belo, pois eles eram isentos de impostos, e sabe-se desde os primórdios que, para uma nação gerar receita, isso só pode ser feito por meio de impostos. A Ordem possuía bens além das fronteiras e era militarizada, ou seja, eles poderiam se rebelar contra a investida do rei e, em paridade de armas, consequentemente levariam a melhor. Entra uma outra questão no lado político. Enquanto os súditos do monarca odiavam o rei, o povo idolatrava os Cavaleiros Templários. A questão da popularidade transcendia.

O ARDILOSO PLANO PARA DESTRUIR A ORDEM DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS

Uma vez que não podia simplesmente confiscar os bens dos Templários, Filipe IV teve que construir um plano ardiloso e meticuloso para que pudesse ter êxito. Ele então encontrou a estratégia magistral: usar a religião para destruir a moral e a ordem de uma só vez. O Papa Bonifácio VIII havia morrido e, em seu lugar, por imposição de Filipe IV, foi levado ao trono papal o francês que ficou conhecido na história como Papa Clemente V. Por ascendência direta do rei da França, o Papa sempre cedia à vontade do rei francês.

Foi assim que O Belo começou a espalhar os boatos e falsas acusações contra os templários, dizendo que: eles adoravam a Baphomet (guarde esta informação), dizia também que eles negavam a Cristo nos ritos de iniciação, que praticavam blasfêmia e obscenidades e que mantinham rituais secretos heréticos. Todas estas acusações foram forjadas, baseadas em testemunhos de ex-membros expulsos e delatores sob tortura. Na sexta-feira, 13 de outubro de 1307, o rei Filipe IV decretou a prisão simultânea de todos os templários da França. Foi uma operação militar e administrativa coordenada em todo o país, executada ao amanhecer. Por este motivo teve origem a superstição de “sexta-feira 13” como sendo de azar. Na operação, cerca de 2.000 templários foram presos, incluindo o Grão-Mestre Jacques de Molay, que estava em Paris.

O Papa Clemente V inicialmente duvidou de todas as acusações, mas Filipe usou de chantagem e força política. Além disso, Filipe torturou prisioneiros para que confessassem, enviou estas provas a Roma e ameaçou diretamente o Papa de criar uma “cisma” (divisão da igreja), para que ele colaborasse. E então, sem alternativa, o Papa Clemente V emitiu a bula papal “Pastoralis Praeeminentiae” em 1308, que autorizava a prisão de todos os Templários em toda a cristandade. Porém, em alguns países, os processos seguiram outros ritos e, em especial, em Portugal e Inglaterra, os cavaleiros foram tratados com mais justiça. Guarde a informação final. Portugal e Inglaterra.

O líder dos Cavaleiros Templários, Grão-Mestre Jacques de Molay, foi submetido a torturas  brutais e obrigado a confessar. Depois, retirou publicamente sua confissão, afirmando a inocência da Ordem. O rei Filipe, furioso, ordenou a sua execução sumária. Em 18 de março de 1314, Jacques de Molay foi queimado vivo em Paris, junto ao rio Sena. Conta-se que antes de morrer ele disse “Antes de um ano , vos chamarei para prestardes conta diante do tribunal de Deus!”. Coincidência ou não, o Papa Clemente V morreu um mês depois, já o rei Filipe IV morreu no mesmo ano num acidente de caça.

Os bens da ordem foram transferidos para a Ordem dos Hospitalários (Ordem de Malta), mas na França, Filipe confiscou boa parte das riquezas para si, o que, na verdade, era seu objetivo principal. Portugal seguiu um caminho diferente, o rei D. Dinis reorganizou os templários sobreviventes sob um novo nome: “Ordem de Cristo”, que, no ano de 1319, foi reconhecida pelo Papa. Apesar da extinção formal, os ideais e os seus símbolos foram incorporados às outras ordens. Os Templários também tiveram pessoas próximas a Jacques de Molay que fugiram e encontraram, em países como Escócia e Portugal, um porto seguro para um novo voo. Conta-se em uma publicação de 1432 de pouca divulgação, um grupo de 14 cavaleiros que se refugiaram em países próximos à Normandia. 

De toda forma, uma narrativa de uma autoridade foi o suficiente para destroçar toda uma Ordem Cristã. Amigos leitores, comentem bastante, façam perguntas, mas antes de tudo analisem friamente o conteúdo histórico deste post. Avaliem bem o que foi entregue. Lembre-se das informações que pedi para vocês guardarem. Muito em breve irei adicionar novas histórias, pois setecentos anos não se resumem a apenas um post. Forte abraço a vocês e até a próxima.

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ATÉ NA NASA EXISTEM NARRATIVAS PARA DESVIAR A ATENÇÃO

Se você estiver atento às entrelinhas do atual momento, você poderá ver com seus próprios olhos o que vem se descortinando nas principais potências e principais organismos internacionais. Não estou dizendo das manobras ou lobbies existentes no submundo político. A questão é mais abrangente. O que estou mencionando aqui neste post é o ponto crucial entre a verdade e a “notícia”. Como entidades que prezam valores e credibilidade, guiam a massa para onde querem o foco. A massa, ainda guiada pela grande mídia nessa transição de fontes de informação, ainda não soube como se proteger. Existem narrativas por todos os lados, e, em uma análise mais profunda, podemos detectar narrativas até mesmo nas nossas falas e atitudes. Sim, nós também criamos narrativas. Ou você não tenta convencer as pessoas o tempo todo para suas ideias ou objetivos?  

O que podemos observar nos altos escalões de todos os governos? O que está sendo despejado na grande mídia? O que contam os interessados diretos nas narrativas divergentes? Tomemos como exemplo a atual situação no Brasil e analisemos sem paixões. Tente observar as linhas de raciocínio das frentes. Tire suas conclusões, mas adianto que cada um tem base em grandes “dores” sociais. Os Seculares (termo que criei) têm interesses além de financeiros, a manutenção do poder. Lembre-se, os seculares não querem apenas o vil metal. O interesse também não é estar em destaque na mídia, pois isso seria contraproducente para eles. O que os move, sem dúvidas, é ter sempre na rédea os governos mundiais. Por isso, vale tudo para manter o status quo. E por que esta rivalidade de duas tão antagônicas ideologias ajuda o interesse dos “seculares”? Simples, para que a divisão da população em blocos, é mais fácil dominar. E detalhe, eles sabem que todo ser humano dominado por paixões age cegamente, os comandos de quem tem o pote de mel.

Para atualizar, na última semana a NASA divulgou 24 páginas referentes a uma consulta sobre o telescópio James Webb.  Neste ponto, nada de errado. Acontece que as informações sobre as descobertas do telescópio foram ocultadas.  Segundo a lei de acesso à informação americana FOIA, qualquer pessoa ou instituição interessada, pode requerer acesso a documentos oficiais. Até este ponto, nada anormal. A resposta, entretanto, obtida via comunicação da NASA, é que surpreendeu. Pois as 24 páginas o conteúdo foi suprimido. Um enorme borrão preto aparece ao longo do documento. Trocando em miúdos, a NASA censurou a resposta. Ao analisar a resposta e reclamar diretamente com a instituição,  o jornalista Matt Laslo, que havia solicitado o documentoreferente ao James Webb, recebeu a resposta.  Que simplificou respondendo apenas que “Foi resguardada a isenção (b) (5) da própria lei, PRIVILÉGIOS INTERNOS DO PROCESSO DELIBERATIVO. Esta isenção, na verdade, trata de assuntos internos em discussão, o que, segundo entendimento jurídico, quer dizer que não há necessidade de divulgação se não forem esgotadas as discussões sobre as descobertas.

https://youtu.be/qsnIC1DnMuc

Acima, o link do vídeo sobre o assunto, que repercutiu imensamente na comunidade científica. Aproveitando o momento de revelações que se seguem a uma aparente mudança no tom de fala global. Ao pouco ou nada ortodoxas medidas nos países de relevância mundial, atreladas a várias divergências entre o diálogo e as ações, tudo seguindo uma enorme sequência de eventos. O que em um primeiro momento, aparenta uma normalidade de fatalidades. Porém, ao colocarmos uma lupa entre os agentes e ações e fizermos o velho jogo de ligar pontos, certamente o leitor, assim como eu, estará esbarrando em algo muito maior. Uma espécie de engenharia maquiavélica, para dizer o mínimo. Apenas para frisar o quanto maior é o que está por trás de tudo. A eloquente voz corrente de que a globalização, defesa das minorias, justiça social e afins incorporam uma narrativa robusta para libertação do sistema opressor. Ao mesmo tempo, em uma corrente oposta, está o lado conservador, empunhando uma bandeira de costumes, méritos e demais teses filosóficas. Onde a moral e ética andam de mãos dadas. 

Enquanto, atrás das cortinas, encontramos os operadores do sistema que buscam continuar a comandar este séquito de neoescravos. A razão está muito bem cunhada pelo secretário do congresso americano no longínquo 1782 para gravá-lo no selo, além da outra inscrição também em latim “annuit coeptis”. Essa hegemonia dos SECULARES irá prevalecer por muitos séculos ainda. A eles não é necessário conquistar nada, apenas dividir em dois blocos distintos como agora. E então a mágica acontece. Todos os seus súditos, contribuindo generosamente para a perpetuação do poder.

A AGENDA VINDA DO GRANDE COMANDO – REFLEXO NOS DIAS ATUAIS

Que existe uma agenda para os anos vindouros, ninguém duvida. Mas como está travestida esta agenda? E a principal pergunta que se deva fazer, seria qual objetivo esta agenda está buscando? Estas perguntas para serem respondidas corretamente, temos que exercitar duas grandes qualidades humanas. A primeira eh a razao sobrepujando a emocao. A segunda eh a inteligencia “abstrata”. Aquela inteligencia que usamos para distinguir a intencao por tras do enunciado do problema. Alem de despir da paixao que carregos inatamente, alem de utilizar esta inteligiencia misto de intuicao e conhecimento, temos que realizar uma outra competencia, extrair das entrelinhas o que realmente quer dizer estas acoes e suas decorrencias. 

Alguem pode me perguntar; E o que voce e seu projeto podem fazer para que este atual sistema de coisas possa vir abaixo? Ou entao, o por que seu projeto ira sabotar o plano ja em execucao dos SECULARES? A resposta eh simples e objetiva. Com a propagacao desta paz entre os divergentes, estabelecendo uniao dentro dos antagonicos, conseguiremos construir uma coesao. Tudo aquilo que esta unido, sempre sera mais dificil de ser conquistado do que aquela populacao dividida. Simples assim. Direto assim. Por este motivo que clamo a todos a divulgar este site, e nossas acoes. E se voce duvidar, quero que voce observe o mundo agora. Se eles conseguiram com uma estrategia bem alinhada, nos tambem podemos. Basta dar passos rumo a este objetivo. Basta que deixemos o ego de lado e como disse o psiquiatra e psicoterapeuta sueco Carl Gustav Jung, juntemo-nos ao inconciente coletivo, com o firme proposito de unir-mos. Ademais, buscando referencia no mundo contemporaneo evoco o pensamento de Napoleon Hill que prega a “Master Mind” com o firme proposito de solucionar problemas dantescos, como os que enfrentamos diariamente no nosso mundo atual.

 

Apenas como uma forma de reflexão, pense como os egípcios na mais longínqua antiguidade, ignorando ideias abstratas sobre as tecnologias utilizadas, apenas com o foco na união, ergueram eles uma das maravilhas do mundo moderno. As pirâmides de Gize. Sem esta união proposta, nada disso seria possível, e, de posse deste espírito de unir e pacificar, que evoco a vocês, caros e amigos leitores, venha fazer parte deste movimento clamado pela massa. Vamos mostrar que sim, é possível, divergentes se convergirem em volta de um mesmo propósito. A evidência de que os SECULARES estão por trás, financiando e criando esta divisão, é inequívoca. Utilizando armas como a supressão de informações, a censura da massa e patrocinando grupos excusos com o firme propósito de levar o caos aos quatro cantos do mundo.

Desta mesma forma, atuando para dizimar ou, melhor, reduzir o número de habitantes no globo, como defendem alguns estrategistas do movimento tecnocrático, hoje escondido entre os integrantes dos SECULARES. Para esses, chamemos aqui de cientistas tecnocráticos, a ideia de uma população mundial na casa dos 500 milhões seria bem-vinda. Pois, de uma maneira geral, os recursos naturais a serem exigidos para a subsistência seriam facilmente conseguidos. Ao traçar uma análise levando em conta os avanços tecnológicos, em que robôs humanoides possuem destreza quase similares a nós, a inteligência artificial evoluindo a cada segundo, e adicionarmos à equação as novas enfermidades que, no futuro bem próximo, poderão emergir em uma nova pandemia, logo conseguimos detectar esse quadro assustador.

Mas os SECULARES não tentariam estabelecer esse novo sistema global de uma única vez. Deverá ser instado aos poucos. Os primeiros passos já foram dados. Acredite, antes desta nova sociedade vindoura, haverá mais e mais ações para levar a este “mundo ideal” imaginado nesta associação de poderosos. Uma delas, em curso, diz respeito à Agenda 2030, que, entre outras coisas, prevê um mundo adequado a esta escravização. A propalada renda básica universal, sonho do Fórum Econômico Mundial, Open Society, e Bilderbergers, está a passos largos para sua instauração. IoT, internet das coisas caminhando a passos largos, a biogenética aliada às mais novas investidas tecnológicas da inteligência artificial. E sim, pasmem vocês, até o imenso BBB da aldeia global.

Com este post, vou plantando as ideias para debatermos exaustivamente. Não quero colocar nada “goela abaixo” de ninguém. Eu tenho fontes que moravam na maior nação tecnológica e econômica do mundo, onde exerciam um papel importante dentro de uma instituição de inteligência. Ao conhecer e ele me provar com várias e inequívocas formas, comecei, de certa forma, a pensar fora da caixa. Isto me deu uma liberdade enorme, pois me permite contrariar até mesmo os meus princípios mais caros. Amigos e seguidores, temos uma longa estrada a percorrer, temos uma tarefa hercúlea para transpor e assim levar a nossa proposta de pacificação. Emergir deste mar turbulento, desta bruma negra que paira no globo.

Para finalizar esta nova postagem, quero muito saber os rumos que você, amigo leitor e seguidor, de que forma você está caminhando? Venha fazer parte desta comunidade e deste ideal. Participe e, se puder, deixe uma contribuição para continuarmos o nosso trabalho. 

 

Renato Date

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O COMECO DA JORNADA. POR QUE ESTAMOS VIVENDO ESTE MOMENTO DE DIVISAO? https://alemdanarrativa.com/o-comeco-da-jornada-por-que-estamos-vivendo-este-momento-de-divisao/ https://alemdanarrativa.com/o-comeco-da-jornada-por-que-estamos-vivendo-este-momento-de-divisao/#respond Sun, 28 Sep 2025 01:51:33 +0000 https://alemdanarrativa.com/?p=989
chess 1126510 1280

Todo tirano, todo ditador, todo líder autoritário não chegou ao poder pela força. Ao contrário disso, chegou mansamente, e digo mais, foi o próprio povo que o elegeu. A estratégia se estabelece por associações e conveniências. E a história nos conta que, mesmo no poder, exercendo suas crueldades, estes líderes nefastos se mantêm no poder ainda, usando uma estratégia de pão e circo. Não sou eu quem diz isso. A história nos mostra, os livros escritos da época ou posterior, narram os fatos e nos dão conta de todas estas agressões e subversões do que é minimamente humano.

Talvez por estratégia até dos historiadores, o que está por trás de fatos históricos desde o século XVIII é o que venho revelar neste post.  Sim, queridos amigos e seguidores. Existe um ardil infinito e estratagemas obscuras. Financiadores, esquemas, e interesses excusos. Coisa que não interessa ser divulgada, mas, olhando com lupa sobre os principais fatos e agora com informações de uma fonte minha que está aposentada (retired) como ele gosta de dizer, comecei a entender qual grande teia de jogos de guerra e de poder, se estende até os nossos dias. Existe alguém por trás de todo grande feito, existe alguém ganhando muito em cada movimento. Este site nasceu desta iniciativa de tentar reduzir os conflitos entre as pessoas. Mostrando a essas pessoas o papel de peão no xadrez global.

O corte histórico que me interessa é exatamente o presente momento. Mas, para eclodir nesta aparente divisão mundial entre dois extremos, temos que regressar até a década de trinta do século passado. E percorrer com os olhos abertos e corações sem paixões. E por que digo isso? Simples. Nós também fomos contaminados por essa operação de um seleto grupo, muito poderoso, capazes de eliminar opositores como se fossem um nada absoluto. Tudo em nome do projeto maior. Não trago apenas o que penso, pois isso não interessa a ninguém, mas sim, trago o conteúdo do material que recebi e as validações por meio da história de que estes “comandantes” reais, manipulam a massa para se protegerem, e protegidos, continuam a perpetuar seu império além do financeiro, mas o império de domínio total sobre os reles mortais deste planeta. 

E, para situar a atual tragédia vivida hoje, quero começar narrando um episódio que classifiquei, por meio do vasto material que tenho, como prólogo. 

                                             MAIS DE UM SÉCULO DE DOUTRINAÇÃO.

Era o conflito mais sangrento, e o final era ainda uma icognita. Que lado iria vencer aquela grande guerra. De um lado, para desespero, existia tres ideologias. O nazismo que de longe era o mais inescrupuloso e mais sangrento tambem. Existia o fascismo italiano, encarnado na figura de Benito Mussolini, “Il DUCE”. Havia também, compondo o eixo, uma nação asiática, que se autodeclarou líder da Grande Ásia e seu imperador “Tenno Hiroito” da era Showa. Até aqui o leitor não precisa se debruçar para entender, pois está vastamente documentado e nada de novo é acrescentado. Porém, a partir deste ponto, é meu argumento que passa paralelamente a ser narrado, pois eu derrubei a máscara que havia neste conflito dantesco.

O mundo pós-primeira grande guerra, que se desenvolveu muito em solo francês, havia estabilizado, porém, pasmem, havia todo um sistema em franca expansão e dependia muito de recursos naturais. Pontuo aqui uma indicação do vira a seguir e que a história narra de forma superficial.  O “NOVUS ORDUS SECLORUM” havia acontecido. A Supremacia britânica havia sido a maior derrotada no primeiro conflito mundial. Como se a Inglaterra estivesse do lado vencedor? Simples, apesar de ter ganhado a guerra, sua economia havia sido devastada. A Alemanha ressentida detinha algumas matrizes energéticas, graças à expansão e conquista de Hitler. Sendo assim, começava então a ser desenhada a vingança alemã contra o mundo. A Inglaterra, terra da revolução industrial, sempre conquistadora, mudou a estratégia e os poderosos da época migraram para a potência em desenvolvimento no ano de 1918 e se instalaram na América.

Um novo fenômeno começava a se expandir. Uma área específica e poderosa, que tinha como expoente um certo Henry Ford, dava seus primeiros passos. Os automóveis ainda estavam nos modelos adaptados das carroças e carruagens, porém era um ramo altamente promissor. Já existia no mundo pré-Segundo Conflito Mundial, um seleto grupo, que chamarei aqui de SECULARES. Estes homens detinham não somente dinheiro, mas também o poder de guiar os líderes da época, para onde queriam.  Note as informações, caros leitores, não estou dizendo que eles estavam em algum governo, mas esse grupo guiava os líderes da época. A arma deste grupo, até os dias de hoje, causa todos os estragos possíveis. Eles detinham efetivamente o poder.

Observem o modus operandi. Olhem atentamente aos movimentos por trás da cortina. Não olhem para a fumaça, que é exatamente o que queriam e querem até hoje. Nós somos seres detentores de uma curiosidade mórbida. A tragédia é mais atrativa que as notícias ditas boas. Se não concorda comigo, observe as suas atitudes. Ao passar por um acidente de trânsito, seja em Tóquio ou em Paysandu, no Paraná, a atenção de todos os passantes vai diretamente para o acidente. E, se ao mesmo tempo houver alguém nestes locais executando uma boa ação, pouco ou nada será notado. Sabe essa informação que acabei de divulgar? Então, isso era de conhecimento do SECULARES já naquela época. 

Que ligação, Renato, você está propondo aqui? Ora, meu nobre, apenas te ofertando uma nova forma, sem paixões, do que está por trás de tudo. Oportunamente deixei para constar aqui neste parágrafo o que eu tenho notado em documentos que jamais imaginei possuir em mãos. Tudo até o presente momento foi regido e orquestrado por este grupo que mudou sua denominação. Tudo, ate mesmo os inimigos da atualidade, ou todos os inimigos do passado recente, foram escolhidos. O roterista deste mundo, eh o mesmo roterista que esta por tras da maior covardia executada ate o momento. 

                                                   O PRINCIPAL OBJETIVO DESTE GRUPO 

Não menospreze o que estou colocando nestes posts. Não deixe a paixão que você está acometido neste momento para não ser guiado por mais tempo. Não, mil vezes não, você não está no controle. A máxima que estou te mostrando é a de que “…quem detém a sua atenção, te controla”. Foi assim no passado, foi assim que chegaram a pontos-chave, é assim agora. Por que, por qual razão? Porque estas pessoas não importam em nada se você tem como sobreviver. Eles não se importam se você é um pai de família, não importam se você tem como se manter ou sobreviver. A única coisa que você serve para este grupo é que você consuma o que eles querem, que você seja um pacífico componente da massa. Que atualmente está mais ativa que nunca. Esse grupo necessita que você atue como a massa, e nao se destaque. Outra estratégia é que você seja útil. Caso contrário, corre um sério risco, e quase certo, de que você seja eliminado.

Este grupo precisa que você esteja doutrinado, que o conhecimento que você adquire seja exatamente no mesmo contexto que a narrativa deles. E por quê? Para que você não tenha seus próprios insights e permaneça no mais absurdo limbo. Gosto de narrar os fatos com exemplos, pois direciona o conteúdo a uma prática. Kant, filósofo alemão, descrevia em A Metafísica dos Costumes (Die Metaphysik der Sitten, 1797) o princípio do “Imperativo Categórico”: “age apenas segundo uma máxima tal que possas, ao mesmo tempo, querer que ela se torne lei universal”.  A comprovação tácita deste princípio quero passar para você, meu amigo leitor, utilizando um fato de repercussão mundial. E retomarei este tema, pois é um ambiente propício a inúmeras “teorias conspiratórias”, que, por sua vez, também tratarei em artigo futuro.

A tão comentada na época do assassinato de Kennedy, a COMISSÃO WARREN, fez de tudo para que muitas das investigações não viessem a público. Os fatos, quando divulgados e não coerentes com o relatório que estava sendo construído, eram, de certa forma, banidos ou classificados como uma teoria espúria e não verídica. E, para desmotivar o interesse da massa que estava sendo direcionada naquele momento, criou-se o tema teoria da conspiração. Não acredito que você ainda discuta isso. Muitos dizem às escondidas. Pois então, em recente pesquisa da Historic Compediun Associated, uma organização não governamental do estado americano de Indiana, fez uma pesquisa popular em que entrevistou os populares sobre o caso da década de sessenta. Mesmo os mais jovens não acreditam no que foi revelado na tal comissão. E o porquê desta dúvida? O extenso material da comissão, existem várias improváveis teses. Mas, para exemplificar e deixar você decifrar por si só a minha proposta, irei contar o caso da “(single-bullet theory)”.

                       A PROVA DO DIRECIONAMENTO DO DISCURSO E NARRATIVA 

Não se deixe levar por tudo o que a mídia tradicional lhe diz. Essa minha máxima está repleta de teses contundentes. Está cheio de provas irrefutáveis de que existe um interesse enorme para que as coisas se encaminhem como estão. Mudar isso significa risco ao “status quo”. O Statment não deseja, não quer e não precisa de vozes dissonantes. Se você, por descuido ou por interesse diverso, mas começa a ter ideias contrárias ao estabelecido, você logo é catalogado como fora do contexto. Por uma simples questao logica isso se perpetua. Um adendo aqui antes de te contar a teoria da “bala magica”. Havia um enorme interesse no assassinato do presidente americano. Nao de uma forca externa e tao pouco de um “lobo solitario”, conforme conclusao da comissao. 

Grupos de empresarios, agentes publicos, e pessoas que permanece ate hoje a margem do ocorrido, mas que agiram ativamente para que acontecesse conforme foi executa. Pessoas desse grupo SECULARES, envolvidos de forma indiereta. Valores estraordinarios envolvidos, e muita, muita especulacao tomou conta. Indiferente disso, so quero narrar o fenomeno unico da “single-bullete thoery”. Para defender a tese de que Lee Harvey Oswald, um ex fusileiro, agindo sozinho, desferiu tres tiros de um rifle comum matou o presidente americano e feriu o governador do texas . Para construir a narrativa, e dar veracidade, os roteiristas, digo, investigadores usaram de um expediente novo. Contrariar a fisica a seu favor.

A tese conforme a comissao eh essa: Uma unica bala, disparada do rifle de Oswald teria feito o seguinte caminho;1- Entrando na parte superior das costas de Kennedy;2- Saido pela sua garganta; 3- Continuando em linha reta para a frente, atingindo as costas de Connally nas costas; 4- Saido pelo peito de Connally ; 5- Atingido seu punho direito, fraturando-o; 6- Finalmente, alojando-se na coxa esquerda de Connally. Nao para por ai, essa mesma bala, teria sido encontrada quase intacta na maca do hospital onde Connally foi atendido. So para continuar, esta mesma bala deveria ter feito uma curva no ar para seguir essa trajetoria. Intacta? como assim? Nao quebrou o punho? Nao irei colocar meu comentario porque minha inteligencia nao permite tanto. 

Gostaria de finalizar o meu primeiro post com provas e evidencias de que voce esta sendo guiado por pessoas que nao ligam a minima para voce. Como fizeram isso, quais as ferramentas usadas e quais os operadores disso tudo, eu irei contando aqui na pagina que voce esta agora. Se concorda ou nao, se voce aceita ou nao a minha exposicao de fatos, coloque um comentario. So peco a mesma gentileza que estou tendo. Nao estou implantando nenhuma narrativa. Estou fazendo o papel real da midia. Trazendo os fatos. O julgamento eh do publico sempre. Este exercicio de expor os acontecimentos sem as paixoes a muito nao existe no nosso mundo real. Faremos nos essa necessaria reconquista. Somos capazes de mobilizar. Um detalhe que ainda nao falei. Voce eh imprescindivel aqui. Obrigado por chegar ate aqui.

Renato Date.

 

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